NEA – Núcleo de Educação Ambiental

O Núcleo de Educação Ambiental (NEA) concentra seus esforços no desenvolvimento de atividades de educação ambiental para a conscientização e preservação da fauna e sua contribuição para o meio ambiente. São serviços do NEA:

  • Palestras;
  • Atividades em escolas;
  • Exposições;
  • Eventos temáticos.

 

Espaço Fauna

O projeto leva para dentro de empresas, escolas e organizações um pouco do ambiente natural, história e biologia dos animais. É uma oportunidade para os visitantes interagirem e aprenderem um pouco mais sobre a relação entre a natureza, animais e sociedade. Os temas abordados buscam levar em conta a saúde e bem-estar desta tríade.

Caminhos da Fauna

O projeto monta uma trilha ecológica, que pode ser idealizada tanto em ambiente interno quanto externo. Durante o trajeto, são expostos relatos e situações por onde os animais silvestres passam pelo contato humano ou cativeiro. O objetivo desse caminho é orientar e educar os participantes em relação aos riscos, direitos e deveres para com estes seres, que quando passam por momentos desgarrados de sua vida natural, precisam ser adequadamente manejados, de forma que se possa proporcionar saúde e bem-estar animal, sem agredir o meio ambiente e legislação vigente.

 

Santuário Vida Selvagem

Este projeto acolheu desde de 2006, animais silvestres órfãos com doenças crônicas ou limitações que impediram seu retorno à natureza. Também adotou animais silvestres licenciados como animais de estimação que não se adaptaram ao manejo e aos ambientes domésticos que lhes foram proporcionados.

Após tratar e recuperar a saúde física e psicológica desses indivíduos, eles podem participar de atividade desenvolvidas pela VIDA SELVAGEM. Essas atividades englobam diversas áreas de atuação como educação ambiental, capacitação de técnicos, proprietários e criadores. Além disso, podem servir de base para estudos e pesquisas, gerando uma série de conhecimentos e protocolos nas áreas de clínica médica veterinária, manejo, nutrição, reprodução, além de biossegurança e saúde pública.

Muitos não se adaptam a essas atividades. Nestes casos, os animais são alojados de forma a evitar ao máximo o contato com o ser humano e situações de estresse.