NULAC – Núcleo de Licenciamento

O NULAC elabora e presta consultoria e assessoria a projetos de licenciamento de criadouros, mantenedouros e áreas de soltura de animais silvestres (Projeto ASAS da Vida Selvagem). Além disso, atua com licenciamentos e autorizações de áreas de preservação ambiental e licenciamento de lojas para atividades de comercialização de fauna.

Elabora projetos para Criadouros, Zoológicos, Lojas, Centros de Recuperação e áreas de compensação e preservação ambiental;
Consultoria e assessoria nas fases de implantação, manutenção e atualização burocrática de criadouros e mantenedouros de fauna silvestre e exótica.

Formas de atendimento

  • Consultas
  • Visitas técnicas
  • Consultorias
  • Projetos Técnicos
  • Projetos Arquitetônicos
  • Vistorias Técnicas

Confira as etapas para licenciar um criadouro:

1 – Visita Técnica.  A primeira etapa é uma Consulta realizada durante uma Visita Técnica no local que se pretende criar os animais, ou onde já exista a criação. Isso para que, além de tirar todas as dúvidas do criador, passa ser avaliado as instalações e intensões do criador, além de analisar as possibilidades do local (quanto ao plantel, manejo, sanidade, instalações, categorias de registro de criação, entre outros) e nível de capacitação do criador, dos tratadores e dos técnicos que auxiliam ou auxiliariam o criadouro na região. Ainda durante essa primeira etapa, será avaliada a situação da realidade atual dos órgãos de gestão de Fauna do Estado e Município, juntamente com as Leis Federais, para expor as reais possibilidades para o licenciamento.

2 – Entrega de relatório. Com esses dados, é feita a entrega de um relatório que indica possibilidades, prazos, projetos necessários e outras informações quanto à gestão de fauna local e reais possibilidades do investimento ser bem direcionado, para que não haja perda de trabalho, tempo e dinheiro, com processos que ficam parados, por muitos anos no IBAMA ou órgãos Estaduais, até que se tenha uma resposta. Isso ocorre muitas vezes pela falta de preparo no momento das solicitações, pois os criadores ou técnicos entram com muitos documentos e projetos, que não atendem o que pedem as legislações vigentes naquele momento, o que atrasa e muito a análise e encaminhamento dos processos pelos órgãos ambientais.

3 – Estratégia de licenciamento. A Visita Técnica contempla consultas aos órgãos gestores para montar a estratégia de licenciamento mais adequada à realidade local, avaliação e análise dos resultados, relatório com resultados finais dos dados levantados e analisados informando exatamente quais são os projetos necessários, licenças necessárias, prazos dentro da realidade local e órgãos envolvidos, tudo isso, formatado de forma personalizada, conforme as necessidades apontadas durante a visita técnica e as consultas aos órgãos ambientais locais.

4 – Implantação do Criadouro. As próximas etapas consistem na abertura do processo, cadastramento, inscrições nos órgãos competentes, e a confecção e protocolo dos devidos projetos para implantação do criadouro, como projetos técnicos, zootécnico, sanitário, planta baixa das instalações e projeto arquitetônico.

 

 

Projeto ASAS Vida Selvagem

O projeto tem como objetivo tornar áreas próprias de solturas para que animais oriundos de tráfico, resgate e vítimas de maus tratos tenham a chance de serem reintroduzidos na natureza, em áreas adequadas de propriedades cadastradas, em Santa Catarina e no Brasil.
Com isso, o projeto contribui para rastreamento e cadastramento de áreas próprias onde a fauna silvestre seja preservada. Também colabora com a gestão de fauna, pois oferece uma alternativa para que os sistemas de triagem (CETAS) tenham cada vez mais áreas de encaminhamento dos animais para reintrodução e demais formas de soltura.
A CONSULTORIA VIDA SELVAGEM é especializada na legislação, manejo, comportamento, clínica médica, exames laboratoriais, relatórios e metodologia de registros e processos de soltura e monitoramento.
Todo o processo é feito registrando todas as informações captadas em banco de dados, para que possam servir de base para pesquisas científicas, capacitação de profissionais, educação ambiental e mobilização social específicas por micro-regiões.

Etapas

1) Visita técnica para realização de vistoria e levantamento das características da área.

2) Avaliação das informações e avaliação da área em relação à vegetação nativa e estado de conservação, conectividade (corredores ecológicos), proximidades de Unidades de Conservação, entre outros, por meio da verificação de imagem de satélite da área.Essa análise tem como resultado um relatório do potencial da área de estudo.